Zoom

Zoom

COLABORAÇÃO: DALILA COELHO, GUSTAVO CESAR OLIVEIRA
202 - 11/10/2017

FOTO  PEDRO VILELA/AGÊNCIA I 7DOCE RETORNO

Tem histórias que ultrapassam o tempo e marcam a memória da cidade. Mesmo que não estejam mais presentes. As famosas coxinhas
de catupiry do Doce Docê, que fizeram história nas charmosas lojas e bufê que levava o mesmo nome, estão voltando. Até a década de
1990, a empresa era pilotada pela criadora Tereza Levindo Coelho. A retomada do empreendimento e a primeira loja têm como sócios
e André Wolff e Adriana Lima, sempre com os cuidados atentos de Tereza. Funcionará na trincheira da Milton Campos, entre Nova Lima
e BH, com os mesmos padrões e segredos que fizeram do Doce Docê referência na cidade.

FOTO  ARQUIVO PESSOALFEMINILIDADE SOBRE DUAS RODAS

Quando Luciane Magalhães (centro) começou a pedalar em Betim, os homens eram maioria nos grupos de ciclismo. Em 2014, ela e outras ciclistas criaram o Luluzinhas do Pedal, fechado para mulheres. “Um grupo só de homens é complicado. O ciúme das esposas dos ciclistas atrapalha”, ri. Com o apoio da Federação Mineira de Ciclismo, e fazendo eventos de pedaladas em todo o estado, o requisito para participar é ter força de vontade. “Apesar de termos um grupo hoje com 80 mulheres, às vezes, muito homens nos procuram para pedalar”, revela.

arquivo pessoalliderança extraordinária

Há nove anos morando em Nova Iorque, Rafael Natal Diniz faz escalas de no mínimo quatro vezes ao ano entre Brasil e Estados Unidos. Por aqui, o lutador de MMA que é conhecido como Rafael Sapo, apelido que ganhou quando tinha 14 anos, abriu recentemente outra filial de sua academia, a Sapo Team, no Barreiro. Com inspiração nas academias norte-americanas, Rafael montou um centro de treinamento de jiu-jítsu, muay thai e boxe. Se dividir o tempo entre as lutas, aulas nas academias e os treinamentos na Big Apple já era tarefa árdua, Sapo garante que pretende abrir mais filiais e vir mais vezes à sua terra natal. “Tenho grande proximidade com os alunos. Eles são uma equipe muito fiel e sólida”, diz.

FOTO  JULIANA F LISTE R  AGÊNC A I 7 Desmitificando o câncer

Em março deste ano, Cristiane Miranda recebeu uma das notícias mais difíceis da sua vida: o filho Caio, de 11 anos, estava com leucemia. Após meses enfrentando o tratamento, sempre com atitude positiva, Cris resolveu compartilhar sua história através do livro Mamãe Coragem. “Tem muita gente que tem até medo de falar a palavra ‘câncer’. Quanto mais falarmos sobre a doença, mais iremos desmitificá-la e mais fácil será para as famílias conseguirem lidar com ela”, enfatiza. Para viabilizar o projeto, ela conta com financiamento coletivo on-line. A meta estabelecida para cobrir os custos da impressão de 2 mil livros é de R$ 35 mil. Caso o projeto consiga alcançar 120% da meta, serão doadas poltronas hospitalares para a área de oncologia infantil da Santa Casa.

Pedro VilelaPalavra amiga

Dona do bordão e do Instagram Obrigada, De Nada, aos 26 anos, Bárbara Pontello também já contabiliza mais de 1 milhão de seguidores na rede. E não para quieta. Em agosto, a designer por formação e escritora de coração lançou o e-book de autoajuda Perca o medo de perder o que nunca foi seu. “Selecionei vários temas em um grupo fechado no Facebook, mas o vencedor foi ‘término de relacionamento’. No livro, conto casos que aconteceram comigo e o que fiz para superar um término complicado”, dá spoiler. Com apenas 20 páginas, a obra está disponível para download em seu site. “Lá, conto cinco passos para a pessoa se recuperar. Em pouco tempo, já tive muitas respostas das minhas seguidoras. Esse retorno é o mais importante e o que me instiga a sempre continuar”, conta.




Comentários