Gastronomia

Cuidados com o bacalhau ganham destaque na Semana Santa

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A escolha do bacalhau para a Semana Santa exige atenção a sinais de qualidade e conservação, segundo orientações do Instituto Municipal de Vigilância Sanitária do Rio de Janeiro. A recomendação é observar características visuais do produto, já que alterações podem indicar contaminação. As informações são da Agência Brasil

Manchas avermelhadas ou pontos pretos no peixe são indícios da presença de bactérias ou fungos, o que compromete a segurança do alimento. Outro ponto destacado é o tipo de sal utilizado na conservação, que deve ser obrigatoriamente grosso, já que o uso de sal fino não é permitido.

O consumidor também precisa verificar se o produto vendido corresponde, de fato, ao bacalhau. Apenas as espécies Gadus morhua e Gadus macrocephalus são consideradas legítimas. Outros peixes, como saithe, ling e zarbo, apesar de comuns no mercado, não se enquadram nessa classificação e devem ser identificados como pescado salgado ou seco.

Peixe fresco

Para quem opta pelo peixe fresco, a avaliação deve incluir aspectos como aparência e textura. Guelras avermelhadas, olhos bem preenchidos e escamas firmes são sinais de que o produto está adequado para consumo.

Outro cuidado importante é verificar a integridade do ventre do peixe. Quando essa região está rompida, há indicação de deterioração mais avançada. A recomendação é também retirar as vísceras antes do armazenamento, medida que contribui para aumentar a durabilidade do alimento.

As orientações reforçam a importância de atenção na hora da compra, especialmente em períodos de maior consumo, como a Semana Santa, quando cresce a oferta de diferentes tipos de pescado no mercado.

Créditos: Pixabay

 

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