Entre ladeiras de pedra, igrejas centenárias e mesas fartas, Ouro Preto se consolida como alternativa ao turismo de praia durante o verão. No coração de Minas Gerais, o município atrai visitantes interessados em cultura, história e experiências ao ar livre, em um cenário reconhecido como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco e marcado pelo papel central na formação do Brasil colonial. As informações são do Ministério do Turismo.
Nos meses mais quentes, caminhar pelo centro histórico se torna parte do roteiro. Praças movimentadas, museus, casarões e templos barrocos compõem a paisagem urbana, enquanto os arredores oferecem trilhas e cachoeiras que ampliam o contato com a natureza. A estação favorece passeios a pé e visitas prolongadas aos espaços culturais, que ajudam a contar a trajetória da antiga capital do ouro.
Arte, cidades vizinhas e sabores tradicionais
O legado de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, está presente em diferentes pontos da cidade e faz de Ouro Preto um museu a céu aberto. Obras como a Igreja de São Francisco de Assis dividem protagonismo com templos históricos, a exemplo da Basílica de Nossa Senhora do Pilar e da Igreja de Santa Efigênia, além de instituições como o Museu da Inconfidência e o Museu Aleijadinho, que preservam acervos ligados à arte sacra e à história do período colonial.
O roteiro pode ser ampliado com visitas a cidades próximas. Mariana, primeira capital de Minas, fica a poucos quilômetros e abriga a Mina da Passagem. Lavras Novas atrai pelo clima serrano, cachoeiras e pôr do sol, enquanto Congonhas reúne o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, com os Profetas esculpidos por Aleijadinho. De volta a Ouro Preto, a culinária mineira completa a experiência, com pratos como feijão tropeiro, frango com quiabo, leitão à pururuca, queijos, doces e o tradicional café. A cidade está a cerca de 100 quilômetros de Belo Horizonte, com acesso pela BR-356 ou por linhas regulares de ônibus a partir da capital.
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