A Orla de Copacabana voltou a concentrar uma das maiores multidões do mundo para celebrar o Ano-Novo, em um evento que combinou grandes shows, estrutura ampliada e uma das mais tradicionais queimas de fogos do calendário internacional. O réveillon carioca foi oficialmente reconhecido pelo Guinness Book como o maior do mundo, reforçando o protagonismo da cidade no turismo global.
O título levou em conta a dimensão do público, a complexidade da operação e a infraestrutura montada ao longo da orla. Milhões de moradores e turistas ocuparam a faixa de areia e o calçadão de Copacabana, acompanhando uma celebração marcada por organização, segurança reforçada e programação cultural distribuída por diferentes pontos da cidade, o que ajudou a diluir o público e ampliar o acesso à festa.
Atrações, Planejamento e Infraestrutura
Ao longo da noite, o réveillon contou com 70 atrações espalhadas por 13 palcos, três deles instalados em Copacabana e outros dez em bairros como Barra da Tijuca, Flamengo, Centro e Zona Norte. O ponto alto foi a tradicional queima de fogos, com duração de cerca de 12 minutos, iluminando o céu da Zona Sul e mantendo o padrão visual que transformou a festa em cartão-postal internacional.
A rede hoteleira de Copacabana operou próxima da lotação máxima, com taxa de ocupação estimada em 98% na noite da virada. Hotéis de outras regiões também registraram alta demanda. Dados do HotéisRIO indicam que a ocupação média da cidade entre 31 de dezembro de 2025 e 3 de janeiro de 2026 chegou a 87,1%, índice superior ao do mesmo período do ano anterior.
O desempenho do réveillon reforça um ano positivo para o turismo no Rio de Janeiro. Até novembro de 2025, a cidade recebeu cerca de 1,9 milhão de visitantes internacionais, dentro de um total de 8 milhões que desembarcaram no Brasil.
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