Unidade Vila da Serra: ambiente sofisticado e próximo a um dos principais polos corporativos da região
Grow Workspace aposta em novos espaços de trabalho, onde convivência e conexão fazem parte da rotina
A forma de trabalhar mudou, e com ela também mudou a maneira como empresas e profissionais enxergam os espaços onde suas atividades acontecem. Se antes o escritório era associado principalmente à rotina e à estrutura necessária para a operação, hoje ele passou a desempenhar um papel mais amplo, como um ambiente capaz de estimular encontros, fortalecer culturas organizacionais e criar conexões. É nesse movimento que Grow Workspace, coworking do Grupo Concreto com unidades na Savassi, Vila da Serra e Centro, desenvolve uma proposta que une infraestrutura, arquitetura e experiência para acompanhar a nova dinâmica do trabalho.
Os espaços de coworking passaram a atender uma demanda de empresas que buscam flexibilidade sem abrir mão de estrutura e ambientes capazes de aproximar pessoas e não só oferecer estações de trabalho e salas compartilhadas. O modelo, impulsionado pela consolidação do trabalho híbrido, deixou de ser associado apenas a profissionais autônomos e pequenos negócios e passou a atrair também equipes completas de empresas de diferentes portes.

O movimento acompanha a trajetória do Grow, que nasceu dentro do ecossistema da Concreto Construtora. Segundo o diretor do Grow Works-pace, Júlio Granato, a origem ligada à construção civil trouxe uma perspectiva diferente para o desenvolvimento dos espaços. A proposta, desde o início, não era olhar para um escritório apenas como uma metragem disponível para locação, mas como um ambiente capaz de influenciar a forma como as pessoas trabalham. “O propósito está no próprio nome. Grow é sobre crescimento, colaboração e conexão, não só oferecer um endereço, mas entregar um ambiente que apoie a cultura e a próxima fase de cada empresa”, afirma.
Hoje, o Grow conta com três unidades na Grande Belo Horizonte, pensadas para atender diferentes perfis de empresas. A Vila da Serra, em Nova Lima, aposta em um ambiente sofisticado e próximo a um dos principais polos corporativos da região. A unidade da Savassi combina arquitetura e localização estratégica, em um dos endereços mais valorizados da capital. Já o espaço no Centro atende operações corporativas de maior porte, com estrutura ampla e facilidade de acesso.

Para Granato, essa diversidade faz parte da estratégia do negócio. “A expansão seguiu a lógica de estar onde as empresas realmente querem estar, com propostas distintas para perfis distintos. Cada endereço tem uma personalidade própria”, explica. Essa diferenciação também aparece na forma como o Grow entende o papel de um coworking. Para diretor, a infraestrutura é apenas o ponto de partida.
O desafio está em criar um ambiente que favoreça trocas e relações entre os usuários. “O maior desafio de um coworking hoje não é entregar mesa, cadeira e internet, isso qualquer um faz. O desafio real é transformar o espaço em um ambiente de convivência e troca de verdade”, afirma.

A gerente comercial do Grow Workspace, Camila Rodrigues Pinto, destaca que essa preocupação começa no planejamento dos espaços. Arquitetura, iluminação, con forto acústico, áreas de convivência e salas de reunião fazem parte de uma estratégia para tornar o ambiente mais produtivo e acolhedor. “Acreditamos que o ambiente influencia diretamente a produtividade, a criatividade e o bem-estar das pessoas. Por isso, cada unidade do Grow foi planejada para oferecer muito mais do que mesas e salas”, afirma.
Segundo ela, o perfil dos clientes também mudou ao longo dos anos. Se antes os coworkings eram associados principal mente a profissionais independentes e pequenas empresas, hoje recebem empresas estruturadas, que utilizam os espaços como sede de equipes, escritórios satélites ou apoio para projetos de expansão. “Mais do que locar um espaço, nossos clientes procuram um parceiro capaz de acompanhar o crescimento da operação”, explica Camila.
Outro ponto central do modelo é a criação de uma comunidade. As conexões surgem no cotidiano das unidades, mas também são estimuladas pela equipe, que aproxima empresas com interesses em comum e identifica oportunidades de parceria entre os usuários.
Na visão de Camila, o coworking representa um equilíbrio entre a liberdade do trabalho remoto e a necessidade de convivência profissional. “Ele oferece estrutura profissional, flexibilidade e, principalmente, um ambiente onde pessoas e empresas convivem, trocam experiências e geram oportunidades.”

Para Júlio, o futuro dos espaços de trabalho passa por essa combinação entre flexibilidade, qualidade e propósito. Com o avanço do modelo híbrido, as empresas passaram a buscar soluções mais adaptáveis, capazes de oferecer estrutura sem a complexidade de manter um escritório próprio.
“O Grow quer se posicionar menos como um fornecedor de metros quadrados e mais como um parceiro que entrega o ambiente, a cultura e a eficiência que a nova forma de trabalhar exige”, afirma.
O Grow está acompanhando a mudança do mercado e aposta em uma nova relação das pessoas com o trabalho: aquela em que o escritório deixa de ser apenas um lugar para cumprir tarefas e passa a ser um es paço pensado para encontros, colaboração e desenvolvimento.

