Da redação

Réveillon da Praça da Liberdade atrai grande público e destaca cultura mineira em BH

O momento da virada foi marcado por um espetáculo visual que combinou cerca de 5.500 fogos de artifício de baixo ruído e um show aéreo com aproximadamente 300 drones. As imagens projetadas no céu destacaram símbolos ligados à identidade mineira, como o queijo, o café, as montanhas, a música e o Mineirão, criando uma narrativa visual que conectou tradição, inovação e pertencimento cultural.Belo Horizonte, portanto, encerrou o ano com o sucesso de um dos eventos mais representativos de seu calendário cultural.

Além da dimensão simbólica, o evento refletiu diretamente na movimentação turística. Segundo a Secult-MG, a edição de 2026 registrou aumento de 15% na procura por hospedagem na rede hoteleira da capital durante o período das festividades, dados que apontam para o fortalecimento do réveillon como produto turístico de Minas Gerais.

Público, cultura e tecnologia

A Virada da Liberdade 2026 ocupou a Praça da Liberdade, reuniu mais de 30 mil pessoas e confirmou a capital mineira como destino relevante para o turismo de fim de ano, ao unir programação artística gratuita, tecnologia e valorização da cultura local em um dos principais cartões-postais da cidade.

A programação também prestou homenagem a Lô Borges, referência da música brasileira e do Clube da Esquina, cuja trajetória marcou profundamente a história da música nacional. O artista foi um dos fundadores do movimento que projetou Minas Gerais para o país e o mundo, com canções que atravessaram gerações e ajudaram a redefinir a MPB a partir dos anos 1970, combinando  inovação musical e identidade mineira.

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