Da redação
Brasil mantém atenção à hanseníase, com tratamento disponível no SUS
Manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas na pele, associadas à diminuição da sensibilidade ao toque, ao calor ou à dor, estão entre os principais sinais da hanseníase, conforme orientações do Ministério da Saúde. A doença também pode provocar formigamento, fisgadas, perda de força muscular e espessamento de nervos periféricos, especialmente em mãos, pés e face, o que explica o risco de limitações funcionais quando o diagnóstico é tardio.
O diagnóstico da hanseníase é clínico, baseado em avaliação dermatológica e neurológica realizada nas unidades de saúde, segundo o Ministério da Saúde. O tratamento é gratuito e oferecido pelo Sistema Único de Saúde, por meio da poliquimioterapia, com duração de seis a doze meses, conforme a forma clínica da doença. Após o início da medicação, o paciente deixa de transmitir a hanseníase.
Janeiro Roxo
No Brasil, a doença permanece como um problema de saúde pública, o que motiva ações de conscientização como o Janeiro Roxo, campanha nacional que busca ampliar o diagnóstico precoce, reduzir a transmissão e enfrentar o estigma social. O Ministério da Saúde destaca que a identificação precoce e o tratamento adequado são fundamentais para evitar sequelas e interromper a cadeia de transmissão da hanseníase no país.
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