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Deve ser o roubo do milênio! Mesmo sem ajuda da IA, dá para dizer que matar dezenas para roubar bilhões caracteriza latrocínio; pelo valor, pode ser o crime do milênio. Quem são os criminosos? Trump, Delcy, Rubio, Alejandro Bettancourt e Hegseth, entre outros, todos envolvidos na apropriação, pelos EUA, de propriedades que eram, entre outros, venezuelanas, chinesas e russas. Isso, enquanto propagandeiam o “inviolável” direito de propriedade!
Foi anunciado um “acordo” entre EUA e Venezuela para que esta “ceda” àquele 65 bilhões de barris de petróleo. Na realidade, como os termos do documento foram definidos após ação armada, precedida por mortes, chamar de “acordo” é muito mais que falsear a realidade. É como o leitor fazer um acordo com o assaltante e “ceder” a ele sua carteira, na tentativa de evitar ser novamente alvejado! Novilíngua!
CHAMAR DE “ACORDO” O DOCUMENTO É PRATICAR A NOVILÍNGUA
Nesse dramático episódio, que afronta todo tipo de direito, surge pessoa envolvida em escândalos e lavagem de dinheiro, com ordem de extradição emitida pela Suíça e problemas com a justiça espanhola e inglesa, o venezuelano Alejandro Betancourt. Este jovem, pouco mais velho que Daniel Vorcaro, ganhou dinheiro com base em boas relações com Hugo Chávez. Apoiando os EUA e o patético Juan Guaidó, foi banido de seu país. Graças a Washington, pode agora retornar à Venezuela e tornou-se coproprietário da North American Blue Energy Partners (Nabep), que obteve direitos de explorar 25% das reservas de petróleo venezuelanas.
O outro proprietário da Nabep é o Departamento de Guerra dos EUA, que tem o “direito” de comprar 20% de toda a extração ao preço de custo, além de 35% de participação nos lucros. Pode, ainda, definir a quem vender o produto extraído.
Chamar de “acordo” o documento é praticar a novilíngua, além de apoiar quem comete tais tipos de atrocidades, com o objetivo de passar de milionário a trilionário, à custa de milhões mais de mortos em razão da queima de petróleo. E, no Brasil, temos candidato à Presidência da República que se subordina àquela gangue!
